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Pessoinhas..eu prometo atualizar o blog esse fim de semana!!!Beijos



Fonte : http://aledias-assim.blogspot.com/


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Galera queremos  convidar a todos para fazer uma visita ao Memorial da Inclusão, no Memorial da América Latina,na Barra Funda,em São Paulo.Quem não tiver tempo convidamos  a fazer essa visita on line, pelo site http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br! Vale a pena, pois é o  único memorial que resgata os personagens, as lutas e as conquistas pelos direitos da pessoa com deficiência. A exposição inclui uma Sala Preparatória dos Sentidos, escura e com sensores sonoros e de odor.Ação inédita do governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Memorial da Inclusão é o maior e o mais completo da América Latina. NÓS INDICAMOS: VALE A PENAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!




Galera, na disciplina de Educação Inclusiva aprendemos muito sobre Tecnologia Assistiva, algo novo para nós reles mortais e iniciantes da área de educação especial. A excelente professora Rosângela Jacob nos despertou para buscarmos novos conhecimentos nesta área. Por isso eu e Marcos vamos fazer um curso no mês de  agosto  em  Tecnologia Assistiva com ênfase no atendimento educacional especializado , em Porto Alegre, infelizmente em São Paulo não achamos nada parecido com o que iremos fazer lá.Mas enquanto esse dia não chega, saiba mais sobre esse assunto.Beijos


Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo arsenal de Recursos Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.
  • Recursos:Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.

    PARA MAIORES DETALHES ENTRE NO SITE:http://www.assistiva.com.br/tassistiva.htm


Nós estaremos lá e queremos a sua companhia!


O closed caption é uma ferramenta destinada aos deficientes auditivos que transcreve, sob a forma de legendas, o áudio de diversos tipos de transmissões ao vivo ou pós-produzidas, como filmes, novelas, telejornais, programas de auditório etc.
Como o Closed Caption é gerado
Quando o primeiro bloco do programa "Mais Você" acabou, na última terça-feira, o estenotipista André Santos tirou as mãos do teclado e disse: "Hoje está difícil, tem muito nome de ator". 
Santos acabara de passar 40 minutos redigindo cada palavra dita pela apresentadora Ana Maria Braga.
O resultado do trabalho --o Closed Caption-- era acompanhado em tempo real por milhares de deficientes auditivos, marombeiros de academia e pacientes de consultórios que, naquela hora, encaravam televisores silenciosos --mas com uma legenda preta na parte de baixo. 
Obrigatório em canais abertos desde 2006, Closed Caption, ou legenda oculta, é a reprodução literal e simultânea do que é dito no ar.
Por lei, o texto tem de ser branco, sobre fundo preto. Além de transmitir o conteúdo que é dito, deve informar nuances, entre colchetes ("[risos]", "[gritando]").

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, ao menos 98% das palavras têm de ser grafadas corretamente. Cada emissora é obrigada a transmitir seis horas diárias de programação com Closed Caption. A partir de junho, serão oito. 
Naquela manhã, Santos conseguiu manter seu texto incólume quando Braga citou osatores americanos Clint Eastwood e Jack Nicholson. O problema surgiu com o nome "Edson Celulari". 
Primeiro, ele digitou "Edson Selo Lar". Apagou, substituindo por "Edson Celular". Só na terceira tentativa, conseguiu achar a forma correta, com a letra "i" no final.

Folha acompanha a rotina dos profissionais das legendas (FOLHAPRESS)

"XUAS", "NEGUE" E "ER"
 

Para dar conta de escrever tanto em tão pouco tempo, Santos usa o estenótipo, um teclado de 22 botões, alocado entre as pernas, que funciona combinando fonemas. Por exemplo: se precisa escrever "Natalie", ele une o fonema "nat" ao fonema "li". Para redigir Natália, ele combina "nat" com "ayla" -- cabe ao computador "decifrar" o resultado final. É como se tocasse um piano, formando palavras ao invés de acordes. Por isso, ainda que pareça um enorme obstáculo, o ator e ex-governador Arnold Schwarzenegger nunca terá o sobrenome mal grafado. Para Santos, basta usar três teclas, juntando os fonemas "xuas", "negue" e "er". "O problema é lembrar tudo isso", diz. O aprendizado leva quatro anos: um para saber as combinações de fonemas; três para decorá-las. Santos, 29, é sócio da Steno do Brasil, empresa de São Paulo, responsável por fazer o Closed Caption de Record, SBT, Rede TV!, TV Brasil, TV Senado, MTV e uma parte da programação da Globo. Hoje, a empresa tem filiais em Campinas (SP) e Brasília. A sede é equipada com um gerador, quatro antenas de TV e três provedores de internet --para que, em hipótese alguma, as legendas deixem de chegar às emissoras. Não fecha um único dia do ano. "Natal, Carnaval, Páscoa, tem sempre alguém aqui", conta Reimberg. "No Ano-Novo, uma mão estoura o champanhe, e a outra digita o que está sendo dito." Findo o "Mais Você", o estenotipista Santos ainda transcreveria, mais tarde, o "Programa do Ratinho", o "SBT Brasil" e --terror de todos do ramo-- uma Reunião Ordinária da Comissão de Assuntos Econômicos, para a TV Senado. Diante da mesa, havia uma folha com os nomes de todos os senadores e seus respectivos partidos. "O problema da TV Senado é que não tem intervalo", justificou. Para não se embaralhar quando da citação de políticos, ele já definira a combinação de teclas que daria origem ao nome de cada um. "Eduardo Suplicy", portanto, aparecia com a combinação de três toques. "Dilma Rousseff", de dois. Problema haveria se surgisse um nome desconhecido. No começo do ano, Santos se viu em maus lençóis, quando pego, de surpresa, pela crise no Oriente Médio. Ao citar o ditador líbio pela primeira vez, escreveu Muammar "Kadaf". "Mas pouca gente usava assim. Mudei para Gaddafi", avisou. Ultimamente, tem preferido "Qaddafi". É a forma usada pelo "New York Times". 
texto: ROBERTO KAZ
 fonte: Folha On-line


Espero que visitando o blog vocês possam achar um pouquinho de tudo que procuram: informação, divertimento, curiosidades, conhecimento e acima de tudo, paixão.E por termos a casa sempre cheia de amigos,  eu e Marcos decidimos  registrar um vídeo como forma de agradecimento.Entrem e sejam bem vindos!

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E agora um vídeo para deixar esse dia mais gostosinho...!!!

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Emee Helen Keller 
R. Pedra Azul, 314 - Morro da Aclimação - CEP 04109-000
Tel.: 573-4169
Emee Profª Vera Lucia Aparecida Ribeiro
R. Benedito Pereira, 206 - Jd. Líbano - CEP 05138-120 Tel.: 836-7057
Emee Anne Sullivan 
R. Rodrigues Paes, 512 - Chác. Sto. Antonio - CEP 04717-020
Tel.: 5182-9778
SAPNE Emef Pres. Epitácio Pessoa 
R. Líbero Ancona Lopes, 169 - Pq. Cruzeiro do Sul - CEP 08070-280
Tel.: 297-0192
SAPNE Emef João Ribeiro de Barros
R. Ananai, 968 - Pq. Industrial - CEP 0832-370
Tel.: 6135-1650
Escola Especial p/ Crianças Surdas da Fundação de Rotarianos de São Paulo 
Rod. Raposo Tavares, 7.200 - km.24 Granja Viana - Cotia - SP fone: 4612 0505 Ramal 2292
educação infantil (a partir de 3 anos) até 4a. série c/ fila de espera. e-mail: eecs@frsp.g12.br
INSTITUTO STA. TEREZINHA Rua Samambaia, 571 B.da Saúde -SP fone:5581-1928

COLÉGIO RADIAL Unidade Jabaquara Av. Jabaquara, 1870 (11) 5071-1788 // Unidade Gabriel -R. Prom. Gabriel Netuzzi Peres, 108 (11) 5523-5533 // Unidade Antonio Bento - R. Dr. Antonio Bento, 509 (11) 5523-5533

DERDIC Rua Neide Ap. Solite s/nr. V. Clementino Fone: (0xx11) 5549-9488http://www.derdic.pucsp.br/

Instituto de Educação para Surdos SELI - Rua Dr Ernesto Mariano n° 196 CEP:03368-020 Tatuapé - São Paulo-SP Fone: 11-6197-6866 http://www.seli.com.br/

ANNE SULLIVAN Al. Conde de Porto Alegre, 820 S.Caetano do Sul Fone: 4220-3638 anesulivan@cebinet.com.br

BRASCRI - Escola Suiça para crianças surdas carentes 
Rua Dr. Armando da Silva Prado, 191 - Jardim Bélgica (travessa da N.Sra. Sabará) Tel.: 11 5548 1646 - fax 11 5548 1853E-mail: brascri@amcham.com.br
COLÉGIO INTEGRAÇÃO LUZ DO SABER 
Rua Coronel Souza Reis, 197 - Tatuapé - SP Tel.: Tel. (11) 2831-5064 / 2729-6575E-mail: colegioluzdosaber@gmail.com


O blog tem como objetivo trata de  temas sobre deficiência, inclusão, acessibilidade, desenho universal, direitos, empoderamento e outros.
Foi criado por  Marco Antonio de Queiroz, pessoa com deficiência visual, membro consultor em informática do Centro de Vida Independente Araci Nallin – SP, militante na causa dos direitos das pessoas com deficiência e por Gil Porta, pessoa com deficiência física (tetraplegia), desenvolvedor web, e está conforme as normas internacionais de acessibilidade web do W3C/WAI/WCAG..
Você irá acessar um blog desenvolvido por pessoas com deficiência. Isto é inclusão digital! E como diz o Marco Antonio...abraços inclusivos pessoinhas!
É só clicar o link abaixo:
http://www.bengalalegal.com/blog/?tag=educacao-especial




Pessoinhas, se vocês querem fazer  atividades com o alfabeto em Libras,é fácil!
É só clicar no link abaixo e fazer o download!

beijos


Galera, esse vídeo foi produzido pela minha aluna querida, Karol, que estuda no Instituto SELI. O vídeo faz parte de um trabalho de Língua Portuguesa.Eu sugeri que  cada aluno produzisse um filme de 5 minutos, contando como é o seu dia-a-dia.E o resultado? Espetacular.!Todos me surpreenderam e entre muitos escolhi o da Karol.
Como professora coruja que sou, vou dividí-lo com vocês!!!!Parabéns Karolzinha!!!.

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O Vôo da gaivota relata  o depoimento de uma surda, trazendo todas as suas vitórias, afeições, medos, alegrias e conquistas. O livro mostra como a superação e a vontade de vencer ultrapassam todas as limitações da surdez. Emmanuelle Laborit conta como conseguiu alçar vôos gloriosos e felizes como atriz e escritora. As dificuldades, longe de a empurrarem ao fracasso, a encheram de energia, ampliaram sua vontade e a levaram ao sucesso. O Vôo da Gaivota é o resultado de uma luta obstinada. Um livro comovente, escrito num estilo forte, de quem nunca escutou o som das próprias palavras e se expressa com a força da alma..


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Gabriel é surdo e de forma espontânea expressa as dificuldades que ainda existem quando se fala de comunicação. O vídeo é intitulado " Surdo Sofre", e desse título Gabriel mostra com uma fluência perfeita em Libras, a clareza de suas ideias!Todos por um mundo de igualdade!

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De 01 a 02 de Julho acontece o VII FEES - Fórum Estadual de Educação de Surdos na cidade de Pelotas.
Tema do fórum: Cultura Surda e as Tecnologias
Local: Colégio Municipal Pelotense - Auditório Antônio Edgar Nogueira
Clique no link do evento
http://web.me.com/fabisouto1/http___7fees2011pelotas.blogspot.com/VII_FEES/VII_FEES.html




Arte de Josh Goleman

Se

Se sou amado,
quanto mais amado
mais correspondo
ao amor.
Se sou esquecido,
devo esquecer também,
pois amor é feito espelho:
tem que ter reflexo!

Pablo Neruda


Galera eu participei pela segunda vez desse congresso que aconteceu nos dias 14 e 15 de Maio. Como sempre foi maravilhoso, pois a gente sempre reencontra  amigos surdos e ouvintes, bate longos papos, faz novos amigos,aprende mais de Deus e aprende o quanto é bom estarmos em comunhão.


Galera, esse clip é lindo, vale a pena assistir até o fim!
María Jimena Pereyra (La PlataProvíncia de Buenos Aires20 de novembro de 1976) é uma cantora argentina de música popular. Ela é conhecida no Chile, principalmente por ter feito parte do primeiro grupo de participantes do concurso de música "Rojo Fama Contrafama", tendo sido a ganhadora, e de outros como o "Símbolo Rojo".

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Comercial da Phito Fórmula gravado pelo Coral de Surdos de Sorocaba sob a regência do Prof. Nelsão

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Nossa turma linda e maravilhosa da Pós em Libras da Uninove!
Nem bem começou o curso e a gente já quer festa.Risos.



Data:25/06/2011
Dia: Sábado
Horário: 9h às 11h

Sessão: Linguagem de sinais 1
Análise da formação e atuação de profissionais especialistas na área de Libras e educação de surdos: a especialização forma? que tipo de formação temos? - Vanessa Regina De Oliveira Martins UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

Investigando a sala de aula: interações entre alunos surdos, alunos ouvintes, professores ouvintes e intérpretes de libras - Investigando a sala de aula: interações entre alunos surdos, alunos ouvintes, professores ouvintes e intérpretes de libras  Luanda Cardoso Rampinelli UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Pistas marcantes na interpretação da língua de sinais brasileira entre pessoas de gêneros diferentes - Silvana Nicoloso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA e Viviane Maria Heberle UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Expansão terminológica em libras na área das ciências da natureza - Silvana Maria Dos Anjos Pires Brito INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO e Danielle Vanessa Costa Sousa CENTRO DE ENSINO E APOIO A PESSOA COM SURDEZ-CAS
Sessão: Linguagem de sinais 2
Transcrição da interpretação para libras: uma abordagem enunciativa - Laura Amaral Kümmel Frydrych UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

Desenvolvimento e uso de software idsinais para organização e busca de dados em corpus de libras - Janine Soares De Oliveira UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Ramon Dutra Miranda UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Ronice Müller De Quadros UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Rundesth Sabóia Nobre UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Aquisição da linguagem de crianças surdas implantadas - Karina Elis Christmann UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Ronice Muller De Quadros UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC
Marcas de formalidade/informalidade em textos traduzidos para Libras - Rodrigo Custódio Da Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Janine Soares De Oliveira UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Markus Johannes Weininger UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA 



É só clicar no link abaixo e consultar. Bom estudo! 
http://www.dicionariolibras.com.br/ 
Dicionário de Libras para deficientes auditivos. Neste site você dispõe de um dicionário on-line contendo acima de 700 sinais LIBRAS animados, a maioria ilustrado com animações.


Formação de profissionais para atuar com audiodescrição


A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que as pessoas com deficiência visual possam assistir e entender melhor filmes, peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas e outros, ouvindo o que pode ser visto. É a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido, que possibilita o melhor entendimento das pessoas com deficiência visual.

A capacitação de pessoas para atuar com este recurso será tema do curso “Formação em Audiodescrição: Roteiro e Produção”, realizado pela Fundação Dorina Nowill para Cegos em parceira com a Museus Acessíveis com o objetivo de formar profissionais para atuar e desenvolver audiodescrição em produtos culturais e de comunicação, resultando na inclusão das pessoas com deficiência visual.

Segundo a coordenadora do curso Viviane Sarraf, a função do audiodescritor é apresentar, por meio da linguagem descritiva clara e objetiva, informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo. O recurso também traz elementos importantes para a melhor compreensão da pessoa com deficiência visual como: ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela.

O curso que acontecerá entre 4 e 8 de julho, das 9h as 15h, na sede da Fundação Dorina, em São Paulo, será composto por aulas teóricas e atividades práticas sobre as diferentes modalidades de audiodescrição e suas especificidades como: eventos presenciais, cinema, publicidade, produtos editoriais, exposições e outros. Os alunos terão ainda uma aula especial com a professora Eliana Franco, coordenadora do Grupo de Tradução, Mídia, Audiodescrição e Dança, da Universidade Federal da Bahia, que desenvolve pesquisas da área no Brasil. 

Em São Paulo, o recurso de audiodescrição pode ser conferido no Museu do Ipiranga, no Museu do Futebol, na Galeria Tátil de Esculturas da Pinacoteca do Estado e em algumas exposições do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM. Nestes espaços são oferecidos áudio-guia com descrição de todas as obras e há educadores capacitados para guiar visitas educativas descritivas. A maioria das instalações também proporciona a percepção por outros sentidos como tato e olfato.
Curso: Formação em Audiodescrição: Roteiro e Produção
Data: 04 a 08 de julho
Horário: 9h às 15h 
Carga Horária: 40h
Investimento: R$ 380,00 | R$ 320,00 para estudantes e professores com comprovante.

Local: Auditório da Fundação Dorina Nowill para Cegos | Rua Doutor Diogo de Faria, nº 558, Vila Clementino – São Paulo (próximo ao Metrô Santa Cruz)
Material de apoio: apostila em arquivo digital e certificação
Inscrições pelo e-mail: viviane.sarraf@fundacaodorina.org.br     
 




A personalidade deste mês é uma pessoa que tem um comprometimento todo especial com a educação dos surdos de Florianópolis.
Profª. Márcia Raquel Martins (mais conhecida como a linda Kekel)
Pedagoga de Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Assessora de Direção da EEB Lauro Muller 

Minha foto
Parabéns pelo belo trabalho !
Quer saber mais sobre o seu trabalho? Acesse: http://eeblmlibras.blogspot.com


Queria agradecer a Kekel por permitir que eu compartilhe esse vídeo com vocês. Brigaduuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!

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Pessoinhas, essa semana vou indicar um blog que é a coisa mais linda!
Queria também mandar um beijo em especial para Kekel que sempre visita o nosso  blog e deixa lindos recados..
Beijosssssssssssssssssssssssss guria!!!!


http://eeblmlibras.blogspot.com/


Maria Cristina da Cunha Pereira fala sobre o ensino de Língua Portuguesa para surdos.

A linguista da Derdic e professora da PUC de São Paulo trata dos desafios do aprendizado da linguagem escrita por alunos surdos.


Ter clareza de que a Língua Portuguesa - em sua modalidade escrita - é uma segunda língua para as pessoas surdas é uma premissa para poder realizar um bom trabalho de alfabetização desse público. Como a fala é um limite para esses alunos, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua que servirá de base para que aprendam a ler e a escrever em português (ou em qualquer outro idioma). Trata-se, portanto, de um processo bilíngue, conforme explica a professora Maria Cristina da Cunha Pereira, linguista da Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação (Derdic) e professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo.
Doutora pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, Maria Cristina trabalha com ensino de Língua Portuguesa para surdos desde 1968 quando aceitou, pela primeira vez, o desafio de lecionar para adolescentes surdos. Nesta entrevista, a pesquisadora fala sobre as semelhanças e diferenças entre os processos de alfabetização de alunos ouvintes e não-ouvintes.
Por que não se deve forçar a fala numa criança que não escuta?
Maria Cristina da Cunha Pereira: Sou pesquisadora, portanto falo sempre do ponto de vista de um teórico. Se a criança surda tem uma limitação na audição, por que é que vou usar exatamente o que ela tem de dificuldade para que ela adquira linguagem? Por que é que eu vou forçar a audição e a fala numa pessoa que não escuta? Acredito que as famílias devem deixar seus filhos surdos terem contato com a língua de sinais. É por meio dessa língua que eles terão acesso ao conhecimento. Há um mito de que as crianças surdas que aprendem Libras ficam preguiçosas e não se esforçam para falar. Ter preguiça é uma prerrogativa de quem pode escolher. Não é por preguiça que os surdos não falam, mas sim porque têm dificuldade. Assim, ou aprendem a língua de sinais ou não se comunicam. É necessidade e não preguiça.
A família também deve aprender Libras?
Maria Cristina: Sim. O melhor é que os pais também aprendam a língua de sinais porque é na interação com a família que os filhos vão se desenvolver, adquirir valores, cultura etc. Ter uma língua em comum é importante não apenas do ponto de vista da comunicação, mas também para o desenvolvimento intelectual, afetivo, emocional da criança. O ideal é que os pais enfrentem esse desafio, aprendam Libras e que as crianças aprendam a língua de sinais e também sejam expostas à Língua Portuguesa escrita.
Com que idade uma criança consegue aprender a língua de sinais?
Maria Cristina:
 Vou responder com uma pergunta: uma mãe começa a falar com seu filho quando ele tem que idade? Desde antes de nascer, não é? Então, o ideal seria que, assim que a criança nascesse e fosse constatado que ela é surda, iniciasse a aquisição da língua de sinais. Quanto mais cedo, melhor. E, assim como acontece com a Língua Portuguesa em relação aos ouvintes, a língua de sinais deve ser ensinada como disciplina ao longo de toda a Educação Básica. Na rede municipal de São Paulo, por exemplo, elaboramos um currículo para alunos surdos com expectativas de aprendizagem em Libras que vão da Educação Infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental.
Quais são as condições básicas para se alfabetizar uma pessoa surda?
Maria Cristina:
 O ponto de partida é a criança surda saber a língua de sinais. O ideal é que o professor também saiba a língua de sinais para que ele possa ser o mediador entre as duas línguas. No entanto, considerando que as crianças surdas podem estar em salas regulares com crianças ouvintes, serão necessários dois professores: o professor da sala (regente) e um professor especialista em surdez, que possa fazer o papel de mediador entre a língua de sinais e a Língua Portuguesa. Ter apenas o professor da sala trabalhando com um intérprete que não entenda de alfabetização não é suficiente no início da escolaridade.
Nesse caso, qual é o trabalho do intérprete na sala de aula?
Maria Cristina:
 O intérprete só interpreta. É fundamental ele ter clareza do seu papel. Ele não pode ser confundido com o professor porque há o risco do aluno surdo não saber a quem recorrer. O professor da sala não pode se sentir isento da responsabilidade de ensinar os conteúdos ao aluno surdo. E o intérprete precisa garantir ao aluno surdo o acesso ao conteúdo que será trabalhado em Língua Portuguesa. Toda comunicação precisa ser feita em língua de sinais para a criança surda.
Qual é a relação entre a língua de sinas e a Língua Portuguesa?
Maria Cristina:
 As línguas de sinais se distinguem das línguas orais porque se utilizam do canal visual-espacial e não oral-auditivo. Porém, ambas possuem um léxico, isto é, um conjunto de símbolos convencionais, e uma gramática com um conjunto de regras que regula o uso desses símbolos. Primeiramente se dizia que a língua de sinais facilitava a aquisição da Língua Portuguesa. E eu perguntava: facilita como? Que ela tem um papel fundamental nessa aprendizagem não há dúvida. Mas como? Com o tempo e depois de muita pesquisa, compreendemos que é preciso mostrar aos alunos que aquilo que é expresso na língua de sinais também pode ser representado na Língua Portuguesa escrita. O professor precisa escrever o que as crianças estão comunicando por meio de sinais. Outra prática fundamental é a leitura feita pelo professor dos textos em língua de sinais. É essa leitura que possibilita a atribuição de sentido àquilo que está escrito no papel em português. Portanto, é necessário que a Língua Portuguesa seja o tempo todo apresentada e interpretada em Libras. Um trabalho de tradução mesmo.
Como deve ser o processo de alfabetização dos alunos surdos?
Maria Cristina:
 Depende da concepção de alfabetização do educador e da instituição. Se o educador alfabetiza ouvintes com a cartilha, vai alfabetizar os surdos com a cartilha também. E eles vão se sair muito bem na decodificação. Mas o resultado não vai ser muito diferente do aprendizado da criança ouvinte: eles não vão entender o que estão lendo e também não vão conseguir escrever. Há grandes chances de todos eles se tornarem analfabetos funcionais. Agora, se a gente acredita que alfabetização e letramento estão juntos, é preciso inserir a criança surda nas práticas letradas. Do mesmo jeito que se faz com as crianças ouvintes. Só que, com as crianças ouvintes o que se busca é relacionar aquilo que está escrito com aquilo que se fala e ouve. Com os surdos é preciso relacionar o escrito com o que se mostra e vê, ou seja, as imagens, os movimentos, as expressões faciais e os sinais. É possível alfabetizar, mas insisto: na sala de aula com alunos ouvintes não é um único professor que vai dar conta. É preciso ter, junto com o professor da turma, um professor especialista que saiba a lingua de sinais.
E como se dá o processo de aquisição da língua escrita pelas crianças surdas?
Maria Cristina:
 Os surdos criam hipóteses de escrita, assim como os ouvintes. As primeiras hipóteses são muito parecidas. As crianças ouvintes começam a escrever usando as letras do nome próprio. As surdas, também. Só que as hipóteses dos surdos são visuais e não auditivas. E aqui está um sério problema para nós, pesquisadores, para convencer os linguistas e os educadores de não cair na armadilha da oralização. As crianças surdas, assim como as ouvintes, vão chegar à escrita alfabética, mas a sua relação com a escrita se dará por meio da visão. O processo é muito mais demorado do que com os ouvintes porque elas estão entrando em contato com a Língua Portuguesa pela primeira vez.
O professor deve usar textos facilitados com esses alunos?
Maria Cristina:
 De jeito nenhum. Na década de 70, quando o ensino dos surdos priorizava a oralidade havia o costume de facilitar os textos para as crianças surdas, usando estruturas sintáticas simples, com orações sempre curtas e diretas. E simplificando também o vocabulário. A facilitação acabou limitando a possibilidade de leitura, de uso social da língua, tornando os surdos incapazes de ler textos reais. Facilitar sempre pressupõe o outro como incapaz. E a surdez não torna o sujeito incapaz de ler e escrever. É a Educação que possibilita ou não o acesso às práticas sociais de leitura e de escrita.
Como o professor deve trabalhar conteúdos que estão vinculados à fala? A acentuação, por exemplo?
Maria Cristina:
 Tudo por meio da visão. O que é muito complicado trabalhar pela visão é a sílaba tônica de uma palavra. A língua de sinais não tem acento. Os surdos acabam aprendendo a acentuar as palavras pelo visual, pelo desenho da palavra e não, obviamente, pela sonoridade. Mas aprendem. Principalmente os que lêem muito.



Fonte: Revista Nova Escola



O livro "ABC em Libras" propõe a alfabetização integrada da linguagem falada e do ensino de Libras na sala de aula. 

Em cada página, um objeto é apresentado no alfabeto romano e no dactilológico, e também no sinal em Libras.

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