twitter



Meu pezinho! Risos!



Tudo começou em 2006 com um trabalho voluntário de ensinar Língua Portuguesa para um aluninho surdo da minha antiga escola.Depois ele foi avisando outros e meu projeto, que batizei com o nome de "Gesto e Expressão, virou um projeto itinerário nas escolas do meu bairro.Doei conhecimento e recebi amor. Que saudades!





Alexander Graham Bell, todo mundo conhece a sua invenção: o telefone. O que não se conhece tão bem são seus nexos com a comunidade surda.
Bell deu aulas à crianças surdas em escolas especiais (uma em Londres, outra em Boston para surdomudos, e na escola de surdos Clarke em um albergue nos Estados Unidos). Também abriu uma escola para estudantes surdos e ouvintes. Bell se casou com uma mulher surda, uma ex aluna sua: Mabel Hubbard.
Amy EcklundA estrela de novela, não nasceu surda, perdeu sua capacidade auditiva aos 6 anos e foi criada em um ambiente de comunicação total.
Ecklund nunca ganhou um Emmy, mas já foi nominada. Em 1998, ganhou o prêmio Daytime Webbie por "melhor atriz de drama". Também foi denominada uma das mulheres mais bonitas das novelas semanais.
Como qualquer atriz, Amy Ecklund participou nos chats de internet. Um destes chats fez com que os produtores de sua série tomassem a decisão de que Amy não voltasse a utilizar a língua de sinais em suas aparições.
Dr Andrew Foster, se existe um homem com uma vida impactante é o Dr. Andrew Foster. Não só porque criou várias escolas para crianças surdas na África, mas também foi o primeiro afro americano que se graduou na Universidad Gallaudet. Desafortunadamente, Foster deixou este mundo em 1987 com somente 62 anos.
C.J. JonesJones é um ator afro americano surdo que mais trabalha em Hollywood, sua carreira começou nos anos setentas e hoje em dia segue atuando.
Seus pais eram surdos e ele era uma criança ouvinte, mas aos 7 anos devido a uma meningite, perdeu a audição. Jones se graduou em 1972 como processador de dados no Instituto Técnico Nacional para surdos. Porém, desde sua formatura fez de tudo menos processar dados; sua carreira se dirigiu mais a teatro e cinema. Antes de se formar já dirigia obras de teatro e atuava.

































































































































































Maiores nformações entrar em contato pelo telefone:
(11) 4675-1466.
Eu vou, espero voces lá! Beijossssssssssss!




Obrigada pelo empenho turminha, nós te amamos!





Alunos do Módulo I de Libras!!!!!Queridos, parabéns pelo empenho, esforço e dedicação!

























UMA PALAVRA DE CONFORTO!!!!!!


ESSE VÍDEO FOI PRODUZIDO POR SURDOS DO CEARÁ!!!



OS TRÊS PORQUINHOS EM LIBRAS



























































































































































































PESSOINHAS.......


BOA SEMANA PARA VOCÊS!!!!!!!



CURSO DE LIBRAS EM SUZANOPessoinhas, em Agosto irá iniciar o curso de Libras Módulo I, a data ainda não está prevista, mas se alguém tiver interesse pode entrar em contato pelo e-mail http://www.sinaldevida.org/ e assim garantir a sua vaga. Beijos


O MILAGRE DE ANNE SULIVAN


ADORÁVEL PROFESSOR




FILHOS DO SILÊNCIO







Deficiente auditivo pode dirigir

Matéria de:10/2008

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no Brasil existem aproximadamente 5,7 milhões de deficientes auditivos, porém, nem todos possuem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em virtude da desinformação, do medo e da falta de incentivo por parte dos familiares.

Mas segundo o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) a CNH pode ser adquirida por qualquer pessoa que consiga passar nos exames necessários.

O candidato portador de algum tipo de limitação física, que não interfira na capacidade de dirigir, pode conduzir, desde que o veículo seja adaptado. Além disso, uma junta de médicos examina a extensão da deficiência e desenvoltura do candidato.

No caso de deficientes auditivos, é possível habilitar-se nas categorias A e B, para conduzir motos e carros de passeio. Por meio de um conta-giros, o surdo pode acompanhar visualmente a aceleração.

--------------------------------------------------------------------------------


O passo-a-passo da habilitação especial

Para requerer a CNH especial, é necessário ter pelo menos 18 anos, ser alfabetizado, levar original e cópia do RG, do CPF e do comprovante de residência e uma foto 3x4 colorida com fundo branco em uma clínica credenciada autorizada (os endereços das clínicas no Estado de São Paulo estão no site www.detran.sp.gov.br/enderecos/enderecos.asp), para realizar os exames médico e psicotécnico para deficientes.

De acordo com o médico especialista em Medicina de Trânsito, Eugênio Geraldo Dias, a acuidade auditiva pode ser avaliada submetendo o candidato à prova da voz coloquial. “A uma distância de dois metros, o médico profere algumas palavras de costas, para que não haja leitura labial, e confere se o candidato é capaz de ouvir”, explica.

No caso de reprovação nesse exame, o médico solicitará a realização de uma audiometria tonal aérea, exame que mede a intensidade da perda auditiva. “No caso de uma perda na orelha igual ou superior a 40 decibéis (dB), somente é possível obter a CNH especial com a realização de exames
otoneurológicos”, afirma.

Após o resultado do exame, é preciso fazer a matrícula em um Centro de Formação de Condutores (CFC). A lista também é encontrada no site dos Detran´s. Tanto para a realização dos exames como para o curso CFC, é recomendado que o deficiente auditivo vá acompanhado.

Em seguida, é preciso procurar uma auto-escola que esteja apta a atender um deficiente auditivo. Lá, a pessoa será encaminhada para realizar o exame teórico. “Temos funcionários que se comunicam em libras para orientar o deficiente auditivo sobre os procedimentos. Depois de passar na prova teórica, o candidato freqüenta as aulas práticas, assim como outros alunos”, explica a gerente de uma auto-escola de Sorocaba, no interior de São Paulo, Carmen Ibanez Nieri.

Para o teste prático, o surdo faz o chamado exame de banca especial, em que os portadores de diferentes tipos de deficiência são reunidos para a última etapa do processo de obtenção da CNH.

Cada cidade possui um local e dias específicos para a realização dessa prova, que são agendados diretamente pela auto-escola. O deficiente auditivo realiza a baliza e, posteriormente, faz o percurso acompanhado pelo examinador e pelo médico de trânsito. “Precisamos acompanhar porque somos nós que encaminhamos as pessoas para a banca especial. Além disso, checamos se as adaptações do carro estão de acordo com a deficiência constatada”, explica o médico Dias. A presidente do Conselho Deliberativo da Associação dos Surdos de Sorocaba (Asus), Teresa Cristina Leança Soares Alves, é deficiente auditiva desde criança, após ter contraído meningite. “Sem aparelho eu não ouço nada, mas consegui recuperar a fala porque fiz fonoaudiologia até 12 anos”.

Em 1994, Teresa obteve sua primeira CNH. Segundo ela, para que o surdo não encontre dificuldades, é preciso se comunicar. “Eu não tive problemas porque sei ler. Meu irmão e meu pai me ajudavam a entender as palavras mais específicas”, disse.

Já o presidente da Asus, Fabrício Murakami Redondaro, destacou, por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras), enquanto Teresa o interpretava, que é indispensável que as auto-escolas e CFC’s utilizem a libras para facilitar a comunicação dos deficientes auditivos. “Ter CNH é muito importante para mim, pois posso trabalhar como qualquer outra pessoa.

Somos todos iguais e é por essa mesma razão que lutamos pela inclusão dos surdos e a conquista dos mesmos direitos que outros deficientes têm, como a isenção de impostos durante a aquisição de um automóvel novo”, destaca.


Identificação dos automóveis



Segundo a lei nº 8.160, de 8 de janeiro de 1991, é obrigatória a colocação, de forma visível, do "Símbolo Internacional de Surdez" em todos os locais que possibilitem o acesso, a circulação e a utilização por pessoas portadoras de deficiência auditiva.

O mesmo símbolo também pode ser colocado no vidro traseiro do automóvel conduzido por deficientes auditivos, permitindo que outros motoristas possam identificar que o condutor é surdo e o respeitem, fazendo sinalização visual com lanterna de faróis altos, em vez de utilizar buzinas e sirenes. Também pode ser colocado no vidro dianteiro para que policiais ou oficiais também possam identificar, o que garante uma comunicação melhor e evita desentendimentos.

Fonte: www.marinhodespachantes.com


Pessoinhas, esse video é o depoimento de uma mãe que tem a filha surda.







LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002.
Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados.
Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
Art. 2o Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.
Art. 3o As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas legais em vigor.
Art. 4o O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente.
Parágrafo único. A Língua Brasileira de Sinais - Libras não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa.
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 24 de abril de 2002; 181o da Independência e 114o da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSOPaulo Renato Souza
Texto publicado no D.O.U. de 25.4.2002

Leia na integra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm






Quando julgamos as pessoas, perdemos um grande tempo em amá-las.


MÚSICA "IMAGINE" EM LIBRAS



ORIENTAÇÕES PARA O TRABALHO COM ALUNOS SURDOS


Prezado professor:

Segue algumas orientações para o trabalho com alunos surdos, em sala de aula.

Lembre-se que a falta de audição no aluno proporciona alterações na linguagem oral e escrita às quais deverão ser consideradas. As estratégias ou alternativas utilizadas serão diferenciadas dos demais alunos.

Ø Averiguar quais os tipos de linguagem que o aluno surdo utiliza (oral, escrita, língua de sinais, gestos padronizados, leitura labial, entre outros), para facilitar a comunicação entre docente e aluno;

Ø Informar o aluno quanto ao uso do aparelho auditivo, reforçando sobre a importância de usá-lo nas aulas, para facilitar seu aprendizado;


Ø Durante as aulas o professor deverá fazer suas explanações; Sempre de frente para o surdo, falando nem muito rápido, nem muito devagar com movimentos labiais adequados.

Ø Nunca dar explicações de costas e escrevendo na lousa, bem como, não caminhar na sala enquanto realiza explicações;

Ø Na sala de aula, combinar com o aluno surdo que se sente na primeira carteira e de preferência em uma das filas do meio;


Ø Realizar as anotações importantes na lousa, como datas das provas, entrega de trabalhos, etc.)

Ø Esse possível, utilizar recursos gráficos e visuais, como: cartazes, gravuras, fotos e outros. A visão é considerada a principal via de aprendizado e informação do aluno surdo.


Ø Procurar incluí-lo sempre que houver trabalhos em grupos, pois, ele se sente, muitas vezes, envergonhado e rejeitado perante os demais.

Ø Elaborar provas diferenciadas dos demais alunos utilizando perguntas sucintas e objetivas com vocabulário claro .

Ø No processo de avaliação, respeitar a forma de escrita do aluno surdo, levando em consideração a não adequação dos verbos, artigos, pronomes, concordância, entre outros e considerando o conteúdo existente

Ø Ao utilizar recursos áudio – visuais (TV, Vídeo, DVD), apresentar somente legendado.


Ø Ao chamar a atenção do aluno não realizar sons drásticos (batidas na mesa e na lousa) para evitar fadiga auditiva, sendo que a prótese auditiva tem como objetivo amplificar o som, causando assim, um desconforto auditivo para o aluno surdo, assim se precisar falar com um surdo, chamar a atenção dele tocando levemente o seu ombro;

Ø Procurar demonstrar interesse pela sua dificuldade, porem, jamais facilitar, dispensar das atividades ou não cobrar suas obrigações.

Ø Na presença de um surdo nunca falar dele, já que não pode escutar, prestará muita atenção aos gestos que poderão organizar conclusões errôneas;


Ø Estimular para que todos os alunos falem com o surdo objetivando sua maior integração com os colegas;





E tudo começa por aqui!


É muito importante que todos saibam o alfabeto datilológico, pois a primeira coisa que o surdo irá perguntar é o seu nome. Ele também é muito para e até mesmo caso esqueça um sinal, voce poderá recorrê-lo.Que tal começar a treinar?Boa sorte!



No ano de 2009 , eu, a professora Fabi e o instrutor surdo Arley, fizemos um projeto de ensinar Libras para os alunos ouvintes da E.E.Prof. David Jorge Curi, em Suzano. A demanda de alunos foi tão grande que tivemos que montar duas turmas. Lembrando que a escolha tinha dois alunos surdos.
Foi tudo de bom esse projeto!






Os professores, da rede estadual de Suzano, tiveram no semestre passado o curso de Libras ministrado pela professora Miriam Ferreira, que é surda e habilitada pelo MEC para ministrar as aulas. Fiquei muito feliz por ser convidada para ajudar nas palestras e reflexões sobre Educação Inclusiva! No término do curso , os professores tiveram que preparar aulas para alunos surdos. Com a prática , pudemos sanar várias dúvidas e assim aprimorar o ensino do aluno surdo.
Parabéns professores!






Sabemos que na sociedade atual já está estabelecida a ideia de que a inclusão cresce a cada ano e com ela o desafio de garantir uma educação de qualidade para todas as crianças. De acordo com os principais estudos, o principal motivo de elas estarem na escola é que lá, vão encontrar um espaço genuinamente democrático, irão aprender a conviver com as diferenças, se tornarão cidadãos solidários, partilharão o conhecimento e a experiência com o diferente.

Mas, como uma profissional da área, entendo que em pleno século XXI, a escola regular ainda não está preparada para a inclusão de alunos com necessidades especiais e muitas são as barreiras que impedem essa inclusão: professores sem acesso a capacitações, espaço físico escolar mal estruturado, a realidade do cotidiano dos alunos especiais em sala de aula e uma batalha não menos importante: a garantia da aprendizagem.

Por isso surgiu a ideia desse blog, para que possamos trocar informações e dessa forma garantir esse direito aos nossos alunos.

O meu blog tem um olhar especial para o Deficiente Auditivo e o Surdo, mas nada impede que ele colabore com as demais deficiências, pois contribuir com informação é o seu principal objetivo.

Tecnologia do Blogger.